UM DESENHO POR SEMANA

segunda-feira, 27 de outubro de 2008

Oqéissodrops - continuam...

- Ana Maria Braga continua insistindo no caso da menina E (15 anos). que foi assassinada por Lindeberg, 22 anos, entrevistando hoje a amiga N. (15 anos);

- Jovens americanos continuam "brincando" de Counter Strike real dentro de universidades. O problema é que brincar de "verdadinha" deixa sempre alguém morto também na real. Dessa vez foram dois que perderam a vida;

- Gilberto Kassab continua na prefeitura de Sampa;

- o Brasileirão continua indefinido, um sobe desce constante. Ninguém sabe quem vai ganhar. Os críticos continuam dizendo que a emoção se deve ao nivelamento por baixo das equipes;

- Ronaldo continua achando que um dia volta à seleção;

- e a gente ainda continua acreditando que o Louis Hamilton pode dar a costumeira vacilada e o Felipe Massa pode ser campeão.

- A crise continua. Bolsa européias operando em baixa. Até a de Tókio está tristinha. E a tia Wilma lá do box 34 do camelódromo, continua não entendendo o por quê, mas ta fazendo suas contas direitinho;

quinta-feira, 23 de outubro de 2008

Artpella - como é bom ser surpreendido

Já vi e ouvi muitos grupos que cantam negro spiritual qui no Brasil, vários com muita qualidade vocal e harmônica. Já escutei várias canções e letras. Mas esse que aqui eu posto, me surpreendeu principalmente por eu estar acostumado a assistir apresentações do estilo, ao vivo. A voz da soprano é diferenciada, sem firulas ela entende o que a letra da canção pede e não exagera nos arranjos, o que geralmente acontece com quem canta esse estilo de música. Letra, música, arranjo e harmonia estão perfeitos. Não os conheço, não vi muita coisa deles mais no yuotube, não sei como vivem ou o que fazem. Mas há muito não era tocado pelo conjunto todo que compõe uma apresentação musical. Muita gente já deve tê-los visto no Astros. Se você não viu, desafio você a não se arrepiar. Olha q eu sou chato para música gospel.

Ah! aumenta o volume e fique sem fazer nada alguns segundo só ouvindo...




E aí? não é?
Esse video está com o som mais ou menos, mas se quiser vê-los com uma qualidade melhor clica aí artpellaensaio

terça-feira, 21 de outubro de 2008

Por onde andam as irmãs

Onde está a relevância ?
Alguém me diga por favor por onde anda a veemência
E a importância, que fim levou?
Uma era pouca e se acabou?
A outra, chama e se apagou?
E a outra ainda, era vidro e se quebrou?
Eram todas palha que se queima
Poeira que se espana
Não, não é possível!
Não quero acreditar
Quero as irmãs agora
Quero vê-las, reconhecê-las
Quero absorvê-las enquanto a vida passa
Pois sem elas, a areia cai com pressa
E não há grito ou verso que faça estreitar o canal
Onde estão vocês, irmãs?
Se apresentem, cantem, digam, bradem à uma
Façam o que quiserem
Mas por gentileza, não deixem a areia correr
E a poeira assentar
Não, a poeira assentar


Jean M.

quinta-feira, 16 de outubro de 2008

Os sinceros olhos de Miguel

Nunca vou me esquecer daqueles olhos.

Era domingo, dia das crianças. Apenas uma lembrancinha, mas não queria passar em branco. Uma lembrancinha relevante. Algo do gosto do sobrinho. Demos a ele. Ainda com a dificuldade de alguém que tem 2 anos e pouco, ele não conseguia rasgar o papel de presente. O tio colocara fita adesiva de mais, mas a tia ajudou. Ele gostou, sorriu, falou o nome do personagem que tinha em mãos, mostrou pro pai. Brincou uns 2 minutos e largou lá no sofá. Pegou novamente horas depois.

Divertiu a família no almoço, falou aquelas coisas que não se espera de crianças “o coisa!”. Fez bolhas de sabão com a tia. Comeu maçã, tentou dar também para o Filomeno, o jabuti, a quem chama intimamente de “Menon”. Subiu ,desceu, correu para lá e para cá. Mostrou ao tio uma árvore que sua avó plantou no jardim de inverno, cuja espécie só fez-se entender bem depois, quando ele apontava e falava “tanga”, que se tratava de um pé de pitanga.


Miguel brincou com todos, alegrou-se no dia que comemora a fase que vive, ainda que não soubesse disso. Na hora de colocar o sapato e ir embora, fez birra, nada de colocar os dois, queria andar com um pé só. Mas seu pai apelou para saudade da mãe que naquele momento trabalhava, em pleno domingo infantil. Ok, vamos, por ela eu vou. Meio a contragosto entrou no carro, segurando o copinho com o qual fazia bolhinhas de sabão, seu pai o colocou na cadeirinha no banco de trás. Enquanto todos o olhavam, e seu tio brincava com ele através do vidro, seu pai sem que ele percebesse, pegou o copinha das bolhas de sabão e deu ao tio. E ainda antes que o progenitor terminasse a sentença “some com isso daqui se não ele vai fazer sujeira”, o tio coloca a argola no copinho mexe sopra e faz uma grande e bela bolha de sabão.


Choro. Ele ficou sem seu brinquedo. Agora o tio, ainda que não adiantasse mais, escondia a diversão/possibilidade de sujar o carro, no bolso, meio sem jeito, sorrindo um belo e pálido amarelo. Choro, quase birra, choro. Você tem outro em casa, Miguel – disse o pai. De repente cessou. Quando o pai se colocava ao volante, Miguel com lágrimas nos olhos mas sem fazer barulho algum, mirou em outros olhos fixamente, os de seu tio. Não tirou os olhos dele. Primeiro pela janela. Depois com o movimento do carro, sua cabeça pendeu para baixo e pelo buraco do encosto do banco do passageiro da frente ainda perseguiu a vista daquele que há pouco tempo brincava com ele, mas que agora o traíra. Sério, não bravo. Sério triste e sincero, ele perseguia o olhar do tio. Não reclamava do pai que tinha feito certo, mas o tio que sem motivo o atraiçoara.


E eu entendi, recebi o manifesto calado e justo, que mais do que qualquer grito, birra ou choro invade o coração de forma pungente. Usando também o meu olhar, assustado com a profundidade da expressão e dos sentimentos de uma criança de dois anos, tentava lhe pedir perdão. O carro saía da garagem, chegava à rua, e eu dizendo tchau me vi colocado na parede por ele. Encurralado sem violência alguma, mesmo depois que ele foi embora, fiquei preso pelo amor que ele sentia por mim e que o fizera me olhar firme, dizendo muito mais do que em qualquer outro tipo de comunicação. Os olhos de Miguel foram tais quais os da ovelha muda.

De certa forma compreendi um pouco melhor a coisa da ferida e do perdão. Bom será me lembrar disso sempre que magoar ou
for magoado. Sei que ele me perdoou, pois culpa é coisa que gente grande sente e coloca nos outros, não cabe no enorme coração infantil. Sei que estou livre, sem dívidas. E uma coisa de tudo isso é certa, nunca me esquecerei dos sinceros olhos de Miguel.

segunda-feira, 6 de outubro de 2008

Eleições - Candidato toma chuva na Bahia

Bom, a eleição acabou para algumas cidades, mas continua em outras.
E agente estava nessa também. Dá uma olhada aí no que pegamos nas férias no auge da campanha



O "Neto" do Painho também tem azar né? e quanto, as pesquisas o davam como líder, mas ele não foi nem para o segundo turno.

Oqéisso? video do créu aqui?

Oi Gente,

A "hackeria"(do internético "queria" ser igual a mim e a muita gente) chegou ao oqéisso.

Qual não foi minha surpresa ao abrir hoje o blog e ver que colocaram um post aqui, sem minha permissão, invadindo provavelmente minha senha de e-mail. Fruto das lanhouses da vida. O vídeo era alguma coisa sobre créu ou mulher melancia,com um título nada a ver.
Vou ter que recorrer aos universitários para tomar as ações necessárias aqui...
Ai,ai,ai...

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