Entrando no terceiro ano do blog, estou muito feliz em compartilhar com vocês o centésimo post oqéisso!
Nos meus caminhos por aí, meu famigerado bloquinho nunca esquecido, (perco a carteira mas não perco o bloquinho) uma caneta e música na orelha dão nisso, olhem aê
BusDraws
e vamos acrescentando a cada dia...
Valeu Gente!
sábado, 21 de fevereiro de 2009
quinta-feira, 19 de fevereiro de 2009
Se eu fosse você... mulher!
4.544.328 de espectadores depois, Cyn e eu fomos assistir à continuação “Se eu fosse você 2”, para dar uma descontraída, das coisas que andamos fazendo. Mais uma vez não li crítica alguma antes de ir, meu modus operandi para assistir um filme. Ainda assim, antes de ver a obra do diretor Daniel Filho, tinha minha expectativa formada por quatro informações ou conceitos (ou “pré”, como queiram) que relato aqui:1. É uma continuação – Por definição, raro exceções, são inferiores aos originais;
2. Comentários favoráveis e bilheteria – Pela empolgação de quem já havia assistido e do sucesso de público, criei uma baita expectativa. Ok, sei que quantidade geralmente não significa qualidade, mas em vista do tipo de filme, talvez fosse um bom indicador;
3. A lembrança do 1° - Não achei o original maravilhosamente engraçado. Está mais para uma sessão de tarde OK, com boa ressalva para a “mulher” Tony Ramos;
4. Alternativa – Aos favelamovies. Sim, toda vez que sai um filme brasileiro que não é nem cult e nem aparece um morador de comunidade com uma HK na mão, já fico contente;
Se você não viu o filme, fique tranquilo não vou contar nenhuma cena na íntegra e nem estragar o final. Mas da opinião, se continuar lendo você não escapa.
Filme para mulher. Desde o site do filme, identidade visual tudo é para elas. Os risos não são fartos, não dá câimbra no rosto. Algumas gags funcionam bem, mas o público alvo é o feminino.
Tony Ramos leva a mulherada ao delírio com os trejeitos femininos. Tudo o que é piada tem como direção sorriso das mulheres, a identificação com as cenas acontece durante todo o tempo da exibição. Pra nós homens, sobram a boa cena do banheiro e uma ou outra isolada. No final da sessão, uma olhada para o povo que saía e tava na cara, o público era maciçamente feminino, salpicado de um ou outro namorado acompanhante.
Recheado de clichês americanos(incluindo o fim), e sendo exageradamente ao contrário dos já citados favelamovies (todo mundo é rico no filme!) é um filme que tem como principal adjetivo o fato de ser descaradamente comercial. Sem falsos modismos, estilismos ou qualquer outro ”ismo”. É leve, com artistas globais por todos os lados e ponto - quer dizer, vírgula - e para mulher.
Mas até que valeu a pena, sem pretensões e sem pensar muito. Correria de teses de doutorado, novos negócios, mudanças de vida e trabalho, crises mundiais, às vezes devem ficar só na vida real. Deve ser por isso que as 4milhões e tantas pessoas ajudaram a bater os recordes de bilheteria brasileiros. Quanto a mim, foi tudo isso ou o fato de que eu tava com uma saudade danada de ir ao cinema.
quarta-feira, 18 de fevereiro de 2009
Coletive Soul
Começo. Uma nova velha união.
Oqéisso (na pessoa deste que aqui escreve) moai e juniorvaller
Muita coisa vem por aí.
Obscuro? Talvez. Com o tempo as coisas vão clareando...
De qualquer forma, é um prazer compartilhar convosco.
Oqéisso (na pessoa deste que aqui escreve) moai e juniorvaller
Muita coisa vem por aí.
Obscuro? Talvez. Com o tempo as coisas vão clareando...
De qualquer forma, é um prazer compartilhar convosco.
segunda-feira, 16 de fevereiro de 2009
O amador e o profissional
Podem residir num só
Mas geralmente negam-se mutuamente
Enquanto um simplesmente é
O outro vive tentando ser
Amante, trabalhador
Profissional, amador
Buscam ou vivem
Ou vivem buscando
ou procuram viver
ou procuram trabalhar, ou amar
amam o vencer, amam o fazer
ou amam amar
São dois, podem ser um
Mas nem sempre querem, nem sempre conseguem
Amam ou gostam
Um e outro
Porquê é assim, porquê querem assim
Ou porquê tem que ser assim
Amar e fazer.
Mas geralmente negam-se mutuamente
Enquanto um simplesmente é
O outro vive tentando ser
Amante, trabalhador
Profissional, amador
Buscam ou vivem
Ou vivem buscando
ou procuram viver
ou procuram trabalhar, ou amar
amam o vencer, amam o fazer
ou amam amar
São dois, podem ser um
Mas nem sempre querem, nem sempre conseguem
Amam ou gostam
Um e outro
Porquê é assim, porquê querem assim
Ou porquê tem que ser assim
Amar e fazer.
quarta-feira, 11 de fevereiro de 2009
Os insuportáveis
Tenho uma novidade para você. Talvez você seja insuportável. Talvez você tenha entrado nesse blog por engano, mas digo, assim, na boa, pelo menos para alguém, talvez haja uma pequena possibilidade de você ser uma pessoa que não dá para agüentar. Mas espere um pouco, vamos do início. Essa reflexão começou numa padaria.
Colegas de trabalho, namorados, não sei. Moço e moça almoçavam enquanto eu devorava um salgado. No começo o papo me soava como a voz da professora do Charlie Brown, já que fazia coro com todo o resto do burburinho dos clientes do local. Foi quando ela soltou um sonoro “ele é insuportáaaaavel, ninguém agüenta o cara lá”, o que sugeriria pelo resto da conversa que se tratava de algum “colega” de trabalho.
Além do fato de a vergonha na cara já fazer eu não querer escutar mais, um pensamento me veio e deu um efeito de fade out na conversa do casal (ou colegas, sei lá). “Nossa, todo mundo conhece alguém insuportável... e provavelmente todo mundo é insuportável pra alguém”. De repente cerca de um milhão de minhas mais irritantes idiossincrasias se misturavam com o rosto de pessoas que eram para mim, como disse a moça, “INSUPORTÁAAAVEIS”. Os dois lados da moeda.
Não tem jeito. Não importa se você tenta ser legal, uma hora você vai ser insuportável. Aliás, se você tenta ser legal a chance é mesmo grande, já que não há espontaneidade na coisa. Agora se você é a pessoa mais legal, tolerante, bondosa, altruísta, simpática, profissional do mundo, ainda assim alguém não gosta de você, e provavelmente exatamente por esses motivos. A perfeição também irrita.
Talvez você me diga “Ok, às vezes eu posso irritar alguém, eu não sou perfeito, mas insuportável?”. Bem, eu não garanto que você seja, mas a possibilidade é grande de de vez em quando você ser o que se chama por aí de MALA.
Mas não se desespere, não fique macambúzio. Você pode continuar sendo uma pessoa legal mesmo assim! Aliás, talvez você seja muito legal. Encare isso, ninguém agrada todo mundo o tempo todo, e você em alguns momentos pode ser dose para leão. Isso nos leva que é para isso que existem amigos, família e principalmente o cônjuge, gostar de nós mesmo com nossas esquisitices, manias e defeitos. Acredite, não é para qualquer um, aguentar e ser aguentado.
Confesso, o almoço daqueles dois provocou uma reflexão sobre mim. Mas não esqueça, a coisa é sobre você também! E sobre todo mundo.
Mas chega de falar disso antes que o texto fique insuportável.
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