UM DESENHO POR SEMANA

terça-feira, 29 de setembro de 2009

o que eu to fazendo nas minhas férias


Uma semaninha de meu descanso
e você pode me conhecer por dentro (eu sei, foi infame)





















Não poderia ficar de fora meu coquetel antigripal  dos próximos 3 dias.
Pelo menos não é a influenza suína...

quarta-feira, 23 de setembro de 2009

Dois casamentos (e a falta de uma rima)




No final de semana passado Cyn e eu fizemos parte de uma saga matrimonial: dois casamentos (com festa) em 12 horas. Parece bastante tempo, e seria não fosse a distância entre um evento e outro, a necessidade da troca de roupa, e o fato de estarmos sem carro. Conseguimos emprestar um bólido e chegamos aos dois casórios 45 minutos atrasados. Para nossa sorte ambos também começaram bem atrasados, e conseguimos vê-los inteiros. Ainda bem, porquê eu iria participar de um deles.

Ambos foram muito agradáveis, os dois tinham o clima campestre em comum e se diferenciavam pelo número de convidados, uns 70 no primeiro , uns 200 no outro. Mas o que realmente nos chamou a atenção foi que o que eles mais tinham em comum era o de serem , digamos, alternativos. Talvez você que lê já tenha ido a centenas de casamentos, dentre eles alguns diferentes, assim pode ser que você entenda o que digo aqui.

Importante é frisar que o alternativo nesse caso, se refere ao que todo mundo pensa basicamente de uma estrutura cerimonial de casamento, o que há em comum à maioria das crenças e ritos. Noivo, noiva, pais, alianças ou algo similar e um sacerdote ou juiz de paz que abençoa ou decreta a realização do matrimônio.
É assim que pensamos o básico do que seria uma cerimônia.

Nesses dois casamento em que fomos a premissa era ter alguém que falasse sobre os noivos. Num deles, apesar de haver um sacerdote, eu fui o encarregado da missão, com muito prazer diga-se de passagem. No outro uma dupla de amigos “realizou” a cerimônia citando adágios jocosos sobre casamento sempre do tipo “casamento é como submarino, às vezes bóia, mas foi feito pra afundar” e fazendo todo o tipo de referências a profissão dos dois, já que todos ali incluindo os noivos e minha amada esposa, eram biólogos, menos eu.

Os noivos do primeiro tem sua crença particular em Deus, os do segundo são ateus de carteirinha e discurso científico. O primeiro casal tem em seus ofícios a criatividade, a arte, a expressão. O segundo tem a razão, a ciência na busca das origens das coisas e de seu futuro. Os dois casais no entanto desejavam celebrar a união homem-mulher independente de qualquer pré-concepção e igualmente tentaram fazê-lo para o congraçamento com seus familiares e melhores amigos. Ninguém os havia obrigado a nada, nem a pressão familiar. Eles desejavam apresentar-se como casados e celebrar o encontro e compromisso com outro ser a quem simplesmente amavam.

Imagino que todos saibam das minhas convicções. Creio num Deus que nos ama, que tem prazer no encontro entre homem e mulher, na instituição de famílias, no caminhar, no aprendizado, e muito mais, numa vida abundante. Creio que esse mesmo Deus olha com amor a todos desejando relacionamento com cada um sem forçar ninguém a nada.

Creio que todo amor verdadeiro vem dele, ainda que alguns que sentem não saibam. Creio e experimento que relacionar-se intimamente (e isso é muito mais do que , apesar de também ser, fisicamente), com outra pessoa e com Ele é algo sobrenatural e não ordinário, corriqueiro.

Creio em tudo isso por experimentar, e por ter sido escolhido para testemunhar essas duas uniões sinto um desejo incrível de que Ele abençoe meus grandes amigos Keko & Gi e o casal Simone & André
Para mim, no contexto em que vivemos ser alternativo é não ir no rumo que o mundo vai. E amar sem reservas, como acredito que esses casais façam, é então ser quase revolucionário.

Fica aqui meu desejo,
Aos casais, Feliz Vida.

quarta-feira, 16 de setembro de 2009

A pauta

A pauta nos falta
a falta de pauta
nos deixa sem voz

A pauta nos mata
Gigante a pauta
nos deixa sem cor

A pauta nos guia
da dor à alegria
do ódio ao amor

A pauta assalta
mal ou bem trata
vazio seja qual for

A pauta incauta
É o guia, o guru o sensor

sexta-feira, 11 de setembro de 2009

Twitters, Tas, Nelsinhos e Rubinhos. E futebol, por que não?

No Twitter, mais uma polemicazinha envolvendo Marcelo Tas. Agora é sobre Rubens Barrichello. A coisa começou depois que Barrichello condenou Nelsinho Piquet depois que ele confirmou ter batido de propósito por ordem do seu chefe de equipe Flavio Briattore. Rubinho disse que Nelsinho não merecia mais competir. Aí Tas disparou no microblog que Rubinho teria feito parecido ao deixar Michael Schumacher passar na reta final no GP da Hungria em 2002.

Além do fato por si só, deprimente mas histórico, a narração de Cléber Machado tornou a coisa ainda mais iconoclástica. O famoso “Hoje não, hoje não, hoje sim...hoje sim?”


Barrichello ainda não respondeu ao Tas.

Não sei. Eu não acho que as duas coisas estão no mesmo nível. Fazendo paralelos, pra quem gosta de futebol , seriam:

- caso Rubinho/Schumacher/Ferrari = seleção Peruana entregando o jogo pra Argentina na copa de 1978 . Os hermanos precisavam de um placar de 6 X 0 para irem à final. Coincidentemente foi o que conseguiram.

- caso Nelsinho Piquet/Alonso/Renault = goleiro Rojas cortando o rosto para parar o jogo nas eliminatórias da copa de 1990. Jogo interrompido, farsa descoberta, Rojas eliminado do futebol para sempre.



- caso Prost bate em Senna e Senna bate em Prost = Materazzi provocando Zidane ou Domimgos provocando Diego Souza. Nesses casos os provocadores arriscaram ser expulsos (Domingos foi) mas tiraram o craque do outro time. Ambos os vilões ganharam o jogo.



Eu tenho uma opinião sobre o profissional piloto Rubens Barrichello que um dia expressarei aqui. Mas por hoje, digo que o Twitter é realmente perigoso. Nele não há papas na língua. São 140 caracteres, não dá pra usar de eufemismos ou enrolações e a coisa fica sincera, seca, direta, e certas vezes exagerada. Não sei se é bom ou ruim. Talvez haja mais de verdade no que as pessoas dizem e isso é ótimo no atual mundo do politicamente correto. Mas talvez também sejam verdades “Datênicas”, como diria Marcel Tas.

Como tudo na vida, espero que nós twitters possamos ir nos regulando e que nenhuma lei sensora nos atrapalhe. Só temos que ter cuidado com as verdades absolutas, mesmo que estejam travestidas de opinião.

sexta-feira, 4 de setembro de 2009

VÁ CA-VA-LEEEIRO!

Quando uma frase, uma moda, um refrão pega há algum fenômenos ali, provavelmente ou a coisa é muito ruim ou é muito boa. Acho q no caso desse vídeo aqui é a 2ª opção.

Todo mundo já viu, ou assiste as atualizações da página deles no youtube toda quinta-feira, mas há tempos, pra mim, esse é, se não o melhor vídeo, certamente o mais antológico. Por isso coloco ele aqui ao invés de jogar um link no twitter..

Já vi vários grupos de comédia fazendo essa coisa da improvisação inclusive antes deles, e no próprio youtube, mas os caras do IMPROVÁVEL foram os que melhor se adaptaram ao meio e conseguiram fazer legal a ponte entre palco e a web. A soma dos clipes editados, mais curtos e os convidados fazem todo mundo esperar as atualizações. Bom, sem mais delongas veja o vídeo ria e grite "VÁ CAVALEIRO"!

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