UM DESENHO POR SEMANA

Mostrando postagens com marcador Desenhos gravuras e afins. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Desenhos gravuras e afins. Mostrar todas as postagens

terça-feira, 23 de dezembro de 2014

Sobre meninos e renas


De cara alerto que as renas entraram nos título só pela referência bibliocinematográfica.
A verdade é que para fazer este texto fiquei esperando um insight até o último segundo e nada. Esperando é modo de dizer, já que nos ultimos 5 dias comecei três textos antes desse que não vingaram. Eu sabia que faltava, além do trabalho a epifania. Nada. O tema me era óbvio e depois não mais: meu filho, quem mais? O que seria mais perfeito que no dia que se comemor(ava) (sim, já que hoje é quase proibido) o nascimento de um menino Deus, falar sobre um menino homem que veio pra mudar vidas, em menor quantidade, também? Era tão óbvio que corri do tema até agora. Ele estava em outros ideais de mensagem que no fim não vingaram. Propostas interessantes, mas complexas, que esse tempo e ele próprio, o menino, não deixaram acontecer. Do texto eu havia resolvido fugir. Mas olha ele aí, o menino.
Engraçado como a gente foge de algo que é tão bom. Falar de algo lindo, de algo que faz tudo mais valer a pena, só pra ser original, só pra ser bacana, ou pra não se repetir. Às vezes a gente foge daquilo que é incrível, que nos move, que tem a capacidade de renovar nossas vidas, de trazer brilho,de produzir um amor que antes você não sabia que existia e tudo por causa do que outros vão pensar, porque muita gente já fez isso, ou porque um ou outro não vá gostar. Que coisa. O ser humano é muito esquisito. Renega aquilo que é dele por direito, por convenções, por culpa, por soberba, ou por que está preso a um jeito de ser do passado.  Às vezes renegamos algo tão maravilhoso gastando tempo, energia e emoção, com o que não importa,
Ás vezes há tanto peso dessa vida nas costas que fica difícil ver o quanto de beleza há no acontecimento mais importante da vida.

Graças a um menino que nasceu não sou mais assim, não carrego esse peso e por isso sou livre pra escrever:
Obrigado Jesus, por nascer numa manjedoura por mim, viver como homem comum por mim,  morrer como criminoso por mim e como se não bastasse tudo isso, ainda separar para mim a Cyn e me confiar o Pedro.

Um belo Natal a todos.

quarta-feira, 21 de maio de 2014

Estiagem em dois poemas


Dois poemas de uma vez (e um desenho). Por que eles não são um só? Porque cada um é um.

Secos

Estamos todos secos.
Sem a harmonia das águas de março, sem umidade da novidade,
o orvalho da madrugada, o frescor da manhã desejada.
Estamos desidratados, sem verde, sem rosa, sem liláses, sem nada.
Estamos sem lágrimas, estamos exaustos.
Estamos descrentes, estamos serpentes, repletos do fel.
Seguimos, mochila nas costas, poeira de estrada.
olhamos pro horizonte desértico que não nos leva a nada.
Se há um poço, olhamos pro moço, com olhar dissimulado.
deve ser miragem, estéril como toda paisagem.
Ou é pingo d’água a ser pago a preço de galão.
Nossos sonhos são áridos, nossos desejos pálidos
que só ganham cor com o rubor da raiva incontida,
e hidratação com o transbordar do calíce da ira
outra visagem transformada em saída
A aridez não motiva, impede a vida
Estamos todos secos à espera da chuva
Estamos todos presos ao medo e à culpa
Sem acreditar em fontes, em nascentes de rios.
Nos restam as divinas gotas,
pois aos nossos olhos, nós somos as crenças mais rotas.



Hitratar

Dá-me tuas gotas
e o sentido de não haver
As tuas lágrimas e a experiência de as sorver
os teus risos e o poder contagiar
e inundar a sequidão
eliminar de vez o oco
preenchendo-o de coração.  

quarta-feira, 27 de novembro de 2013

A negação e o Band-aid


Trocou rapidamente de canal. Apesar da truculência do reflexo, fingiu que era apenas o bom e velho zapping. Não tinha o costume de zapear. As cores, os brilhos, os temas percebidos em três segundos de comercial, fizeram com que o gatilho disparasse. Os acordes da música reconhecida, repetida, ano após ano, causavam paura nela. O mesmo sentimento ocorrera dias antes ao entrar no condomínio e dar de cara com uma tímida iluminação diferente em duas ou três sacadas de apartamentos. Uma virada violenta de rosto. Gatilho, como o dedo no controle. Não ver, não ver, impedir a imagem de chegar à mente e trazer memórias.

Entrou no seu prédio com a cabeça, se não baixa, meio inclinada e os olhos tarantinescamente entreabertos, alertas, suspeitando de cada fresta. Elevador direto. Chegou ao seu andar e reconheceu em uma das portas vizinhas, como um fantasma, o vulto de elementos em vermelho.
Entrou, estava livre.

Nas redes sociais, alguns já faziam piadas: elas as evitava. Os dias passavam e as evidências multiplicavam-se. Decorações, mensagens, comerciais, piadas. Ofertas, compras, especiais, convites. Foco no trabalho, não pensar, não pensar, trabalhar, correr, correr, correr pra longe da realidade que se aproximava. O estafante trabalho nunca fora tão desejado.

Apesar de toda a blindagem o tema surgia em seu pensamento. Essa era uma proteção que ela não conseguia fazer. Não se livrava de si. Na verdade toda sua fuga vinha da memória constante de algo a resolver, que ela sabia que não se resolvia assim tão fácil, mas estava lá pinçando seu cérebro de leve, aumentando o grau do martírio dia a dia.

- Não aguento mais, preciso dizer - soltava enquanto seu marido a via perder a cor rapidamente - Eu estou negando o Natal. EU ESTOU NE-GAN-DO O NATAL! Não quero fazer decoração, nem mesmo aquele único enfeitizinho que a gente coloca na porta.

Enquanto ela soltava tudo que a havia atormentado nos últimos dez dias, seu marido comprimia o rosto uma ou outra vez, como se estivesse na situação mais delicada de sua vida, porém sabendo que aquilo terminaria dali a quarenta segundos.

- É isso. Vou fazer até quando der. Vou procrastinar, protelar, fugir, correr até o último segundo. Não quero resolver nada. Não quero negociar, fazer contas, ceder, brigar, tentar agradar quinze lados diferentes e ser obrigada a mudar tudo no final. Se é pra sofrer, que seja  de sopetão como um band-aid arrancado.

Suspirou.
Seu marido esperou estratégicos sessenta segundos salvadores antes de cravar:
- Eu sei. Eu sei que você está fazendo isso. Eu estou  junto.
Ela quase sorriu e isso bastava.
Caminharam juntos na árdua luta de negação do Natal mais uns quatro dias, até que foram a três shoppings no mesmo fim de semana porque decidiram comprar os presentes com um mês de antecedência, antes da loucura do comércio chegar.

Mesmo depois do band-aid arrancado, o casal passa bem. 

sexta-feira, 1 de março de 2013

Trompe L'oeil com Yakissoba

E o projeto novo nasceu, da vontade de meu amigos Gisele Moura e Keko Honorato.
A Gi e o Keko adoram inventar decorações pra casa. O Keko adora fotografar. Eu adoro desenhar. Gi curte cozinhar. Eu amo contar histórias. Juntamos tudo isso nesse video. 

É assim que saem as coisas: desejo de realizar, amigos pra encarar e mão na massa.

Mas oqé o tal do Trompe l'oeil?Trompe L'oeil é uma expressão em francês que significa "enganar o olho". É uma técnica artística que trabalha a perspectiva, criando ilusões de ótica, fazendo com que desenhos pareçam ou representem objetos reais.

A Gisele (do Pipocandoideias) e o Keko tiveram a ideia de fazer e me convidaram pra desenhar. Uma coisa levou a outra e decidimos documentar o processo. Aí a gente precisava comer. A Gisele decidiu fazer uma coisinha...o resto está no video aí, ó: 



Ah, notaram o logo diferente? Em breve mais novidades.

segunda-feira, 31 de dezembro de 2012

O que há no ano novo?



Ano novo
Há no novo
Muito mais do que se pensa

Ano novo
Ano noveau
Art noveau, quem vai ver nesse ano?

Ano novo
Ano vô
Nesse ano eu vou, porque não?

Ano Novo
Ahn, no ovo?
O novo nasce e pra isso quebra as cascas.

sexta-feira, 22 de junho de 2012

Um desenho por semana por um mundo mais bacana LXVIII

Mais um na pegada “me diga um tema qualquer” que fiz pelo facebook.
Agradecimentos a Junior Valler, Nego Lopito e Marco Redondo pelos helps.

Ah, o tema proposto foi “pegadinha do malandro”

Saiu isso:
(clique na imagem pra visualizar maior)

quarta-feira, 15 de fevereiro de 2012

Os personagens dos metrôs nova-iorquinos ilustrados



A ilustradora Sophie Blackall  foi convidada para criar um mural para o Metrô de Nova Iorque. Assim, ela passou a viajar bastante nos trens e foi desenhando os grandes personagens desconhecidos nova-iorquinos nos vagões, criando novas obras para o seu projeto Missed Connections.
Olha aí:


Show né?

terça-feira, 4 de outubro de 2011

A ditadura da liberdade




Já diria o filósofo (sempre quis começar um texto assim) Kierkegaard que liberdade é escolher fazer aquilo que é certo. Ok, esse “certo” é outro conceito em si amplamente discutível, mas hoje há em voga uma liberdade opressora que obriga e que não oferece escolha alguma.

Liberdade sem escolhas, hein?
Escondida sob a frase “o mundo está muito chato” que eu confesso, já usei, essa liberdade ditatorial obriga a que você goste, ou no mínimo aceite como relevante qualquer coisa. Traumatizados por mais de 40 anos de ditadura, mencionar que alguém não deveria dizer algo, já nos dá arrepio, lembramos imediatamente da censura e seus nefastos efeitos. Aí a liberdade perde sua principal característica e manda que nos calemos.

Esse texto está na minha cabeça há vários meses, mas foram os acontecimentos (posso chamar assim?) das últimas semanas com o jornalista e humorista Rafinha Bastos que me empurraram definitivamente a redigir esse post. Não entrarei no mérito do que foi dito por ele, mas da defesa que os colegas de profissão, corporativamente andam fazendo.


Há entre os humoristas, comediantes, ou seja, qual for o nome, um senso comum que diz que humor (auto)controlado não é humor, que humor é essencialmente ofensivo e etc. Essa definição isenta o agressor, quer dizer, humorista de qualquer responsabilidade com o que se diz. Isso também acontece com a classe jornalística, o chamado quarto poder.



É como ser deputado e ter imunidade parlamentar, mesmo sendo suspeito de assassinato. 


Eis que de repente os fins justificam os meios e eles podem dizer o que quiserem, pois se for com intuito de fazer rir, está liberado. E para eles quem achar ruim ou se manifestar contra, está sendo reacionário, a favor da censura ou simplesmente chato. É a ditadura da liberdade. Sobe o poder midiático/artístico à cabeça e aparecem os Hugos Chávez do humor.Como um dia escrevi aqui, na verdade todo mundo tem um ditadorzinho na barriga. Gostamos da liberdade que nos assiste e não dá que serve ao outro. Eu posso fazer o que eu quero e, perdão pela expressão, dane-se o outro. Cidadania zero, como alguém que depreda ônibus, passa trote no corpo de bombeiros ou rouba dinheiro da previdência. Para mim é a mesma coisa, em todos os casos ignora-se a necessidade do outro, o que ele precisa ou o que ele sente. Pra quê, né? Bóra fazer piada.

A culpa é do politicamente correto?
Não nego que o politicamente correto invadiu a sociedade de tal forma que algumas vezes temos mesmo medo de dizer qualquer coisa e ofender determinado grupo, seja ele étnico, partidário, religioso etecetera e reticências e isso deixa mesmo o clima chato para brincar, escrever e até respirar.

Mas o fato de existir o politicamente correto não quer dizer que devamos esquecer qualquer tipo de filtro só para tentar derrotá-lo. É a mesma coisa que não pagar imposto pelo fato de ver no jornal escândalos de desvio de verba. Um erro não justifica o outro.


A culpa é do Ronaldo?
Estava terminando este texto quando li outra barbaridade para justificar a postura de desprezo pelo outro do caso do Rafinha Bastos. Que a turba acontecia pelo fato de alguém com poder (Ronaldo e o empresário Marcus Buaiz marido da Wanessa e pai da criança ofendida). Diziam que eles usaram sua influência para que Rafinha fosse punido. Até credito que a punição realmente só aconteceu por causa disso. Mais uma vez, um erro não justifica o outro e o fato dos ofendidos terem usado o poder que têm não diminui a agressão e o absurdo desprezo pelas pessoas por parte do humorista.


A culpa é da liberdade?

Opa, nunca.  Na verdade vivemos em uma época esquisita. Depois de mais de 25 anos de volta à democracia, parecemos que somos ainda adolescentes na coisa. Quando nos expressamos, brincamos ou protestamos. Somos semelhantes a centroavantes de frente para o gol, sem goleiro, que com a liberdade de chutar pra onde quiser dentro das três balizas, mandamos a bola na arquibancada quando só um toquinho na bola é suficiente pra marcar o gol e cair nos braços da torcida.

Eu acredito na liberdade, mas creio que o trauma de ser privado dela nos deixou meio sem parâmetros. A lembrança de não tê-la ainda nos oprime, até quando nos achamos livres.  Imagina isso aliado ao quociente de egolatria de todo ser humano, somada a tendência despótica mais aflorada em alguns, sejam eles políticos, esportistas, humoristas e porquê não, blogueiros.

Ah, nós seres humanos...



Se você conseguiu chegar até o final sinta-se livre para comentar, discordar, concordar, criticar ou não dizer nada (é um direito seu também, mas vai ser mais legal se você falar, sério...)

terça-feira, 26 de julho de 2011

Amy Winehouse, Kurt Cobain e o Datena.


Há mais ou menos um mês vi em um documentário sobre Rock na TV Cultura. No episódio que falava da trajetória do Nirvana até o fim trágico com o suicídio de Kurt Cobain, algo me chamou a atenção: Michael Stipes, vocalista do R.E.M, dava um depoimento falando sobre que aquilo era uma tragédia anunciada. Dizia que por acreditarem nas mesmas coisas, por se posicionarem contra o exagero das luzes dos holofotes, exposição na mídia e exploração das grandes gravadoras, criaram uma amizade que permitiu a Stipes se aproximar de Cobain e tentar ajudá-lo em suas crises, dores e desilusões com relação ao próprio fazer artístico.

Ele dizia que havia tentado fazer o vocalista do Nirvana mudar de ares, sair do ambiente em que vivia, compor, pois via que ele estava tomando um rumo que em breve não teria mais volta. E todos sabem o que aconteceu.

Nas conversas do domingo, nos noticiários de hoje e na chegada do trabalho, “tragédia anunciada” como no caso de Cobain, era a expressão mais repetida. Mas se no caso de Kurt Cobain as pessoas próximas é que sabiam, no caso de Amy Winehouse, o mundo todo esperava. E esperava com faca e garfo nas mãos para devorar os últimos nacos da artista que nos últimos meses não passava de uma cantora zumbi.

Amy (como agora depois da morte todo mundo chama como se fosse a mais íntima das amigas) nos últimos meses foi empurrada bêbada para os seus shows, assim como um outro ícone Elvis Presley que ia à base de estimulantes para as derradeiras apresentações.  O show passou a ser a visualização de vexames. Aquilo passou a ser Amy Winehouse. E se é isso que temos para vender, o que fazemos? Vendemos!

Nos portais e comentários muito se falou dos jovens artistas que morreram com a mesma idade da senhorita Winehouse, mas foi Cobain que me lembrou ela. No caso de ambos as luzes, a exposição e a necessidade de responder a uma requisição de público, mídia e contratos os empurrou para a morte.  Sim, é claro que cada um faz as suas escolhas e eles escolheram errado, mas é fácil falar aqui da minha ou da sua poltrona, no conforto de ninguém conhecer o seu rosto e a exigência ser apenas a do seu chefe. É mais fácil quando sua vida é separada do seu trabalho. Quando sua imagem apenas tem que ser bonita das 08 às 18.

Nessa loucura toda, há ainda adoração por aqueles que morrem cedo, que passa por uma idealização a partir da obra que fizeram. Esquece-se no entanto, que houve ali muito sofrimento, e que ninguém pode garantir que se cada artista pudesse trocar qualquer dos versos e notas pelo alívio imediato da dor, o fariam sem pestanejar, mesmo que tivessem que abdicar da fama ou do reconhecimento.  Por isso faziam o que faziam.

Para mim os últimos meses da cantora de soul, foram como um programa do Datena: exposição gratuita da miséria humana, com um disfarce de preocupação com o que acontece embutida.

Por isso tudo, não olho Kurt e Amy como dois grandes nomes da música ou da cultura pop (Cobain deve ter se revirado no túmulo). Eu sempre penso neles como pessoas que sofreram muito, tiveram uma existência demasiadamente difícil e que colocaram toda a sua esperança em seu fazer artístico.

E quando por algum motivo as músicas são reproduzidas perto de mim, sinto-me um canibal alimentado-me da dor deles. Por isso não os escuto, e acho que os homenageio como seres humanos dessa forma, não dando maior importância à obra do que ao autor, prestigiando a pessoa e não a persona.

Radical? Talvez, mas é como me sinto. Sempre me doeu ver Amy, desde o dia em que ela disse “No, no, no,” para o seu pai.

quinta-feira, 7 de julho de 2011

Skate + spray + bowl. E não é bem o que você está pensando

"Que melhor maneira de pintar a piscina, deixando todos participarem?"
Com essa frase os autores explicam a ação no youtube.
Piscina é um lugar coletivo, onde acontece lazer, festa, reúne as pessoas, certo? E Skate também, afinal os bowls estão aí desde a década de 70 fazendo a alegria da molecada (e hoje da veiarada também).

Foi então que os caras do vídeo abaixo tiveram a ideia de pintar a piscina coletivamente e juntar essa a curtição, arte de uma maneira diferente usando os mesmos elementos de sempre, como  Skate + grafitte (spray) com o acréscimo da tecnologia resultando em um visual bem bacana e, é claro, um vídeo legal pro youtube.

O diferencial está em um sistema de acionamento remoto, com o qual os doidos ativam o spray que está de baixo do skate. 
Dá uma olhada:


Mais fotos da ação toda aqui D*Face's ridiculous redux 

sexta-feira, 1 de julho de 2011

quarta-feira, 22 de junho de 2011

um desenho por semana por um mundo mais bacana XXXIX

Tenho orgulho de dizer que eu o vi jogar. Quantas vezes esperava ansioso pelas "Sextas NBA" na Band para ver shows do inclassificável Michael Jordan, e outros monstros como Larry Bird, Asiah Thomas, Patrick Ewing, Charles Barkley...

Mas era o sr. Air Jordan que  mandava bem até no banco.

"Mr. 23"



Se você não, viu, não se lembra ou simplesmente gosta muito de ver alguém que sabe fazer extraordinariamente alguma coisa, senhoras e senhores, este é Michael Jordan:

                               

LinkWithin

Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...